Na lua cheia, algo muda.
O corpo fica mais sensível.
O sono, mais leve.
A energia vital parece circular com mais intensidade.
Não é só poesia — é percepção corporal.
A lua cheia costuma ampliar estados internos: emoções mais à flor da pele, sentidos mais despertos, maior abertura ao toque e à presença. Para muitas mulheres, esse período coincide com um pico natural de libido, mas talvez o nome disso não seja apenas “desejo”.
Talvez seja expansão.
Quando a lua se completa no céu, o corpo também parece se abrir mais para sentir:
mais consciência da própria pele,
mais disponibilidade para o encontro,
mais conexão com o agora.
Não como excesso.
Mas como sintonia.
A lua influencia ritmos biológicos, ciclos de sono e estados hormonais. E o corpo humano — feito de água, pulsação e sensibilidade — responde. Não por acaso, tantas culturas antigas reconheciam essa ligação profunda entre o corpo e os ciclos da natureza.
Sentir mais não é exagero.
É escuta.
Seu corpo não está “pedindo demais”.
Ele está lembrando que também é natureza 🌕
E você — percebe essa diferença no seu ciclo?
